
"Isto, afinal é saudar-te?
Seja o que for é saudar-te,
Seja o que valha é amar-te,
Seja o que calhe, é concordar contigo...
Seja o que for é isto. E tu compreendes, tu gostas,
Tu, a chorar no meu ombro, concordas, meu velho, amigo.
(...)
Vamos, confiadamente, vamos..."
Àlvaro de Campos
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